Da deteção à decisão: as novidades do ThreatSync e do Rai Analyst
As operações de segurança precisam de mais do que um simples alerta
As equipas de segurança gerem mais endpoints, identidades, redes e eventos de segurança do que nunca. Cada mecanismo de controlo acrescenta uma camada de proteção importante, mas o trabalho de relacionar os sinais, explicar os incidentes e decidir o que exige atenção recai frequentemente sobre os analistas.
É por isso que a próxima evolução do WatchGuard ThreatSync e do Rai Analyst é tão relevante. O ThreatSync fornece a base para a deteção transversal a vários produtos, a correlação, a gestão de incidentes e a resposta coordenada. Assente nessa base, o Rai Analyst integra capacidades de compreensão apoiadas por inteligência artificial (IA) nos processos diários de segurança.
Em conjunto, tornam especialmente valiosas três capacidades: a contextualização dos incidentes através da ligação entre sinais, a compreensão dos incidentes e as orientações apoiadas por IA, e uma visão diária clara das operações de segurança. O objetivo não é simplesmente ter mais dados. É reduzir o trabalho manual, melhorar as decisões e aumentar a capacidade de proteger os clientes.
1. O ThreatSync relaciona sinais e reúne-os em incidentes
As ameaças raramente se limitam a um único domínio de segurança. Uma atividade suspeita num endpoint, comunicações invulgares na firewall e eventos inesperados relacionados com identidades podem estar ligados, mesmo quando têm origem em produtos diferentes.
Tradicionalmente, os analistas têm de alternar entre consolas, comparar registos de data e hora e reconstruir essa relação por si próprios. O ThreatSync ajuda a mudar este ponto de partida ao correlacionar sinais relacionados provenientes de produtos de segurança WatchGuard compatíveis, reunindo-os em incidentes e apoiando processos de resposta coordenada.
Em vez de apresentar deteções isoladas, reúne os indícios relevantes e as entidades afetadas numa visão integrada do incidente. Os analistas podem concentrar-se nas relações que importam, sem terem de reconstruir toda a sequência de acontecimentos de raiz.
Esta é também uma vantagem importante da plataforma: uma cobertura mais abrangente de endpoints, redes e identidades pode proporcionar um contexto mais rico. O ThreatSync relaciona os sinais; o Rai Analyst utiliza a informação resultante sobre os incidentes para facilitar a sua compreensão.
2. O Rai Analyst explica os incidentes e apoia os passos seguintes
A correlação é essencial, mas não representa o fim da investigação. Mesmo um incidente que reúne sinais relacionados pode conter indícios técnicos, registos de resposta e questões que exigem uma avaliação especializada.
O Rai Analyst ajuda a transformar essa informação numa descrição operacional mais acessível. A funcionalidade AI Incident Summary explica o que aconteceu, por que motivo é relevante e que utilizadores ou ativos podem estar envolvidos. A AI Incident Recommendations ajuda os analistas a avaliar possíveis passos seguintes com base no contexto disponível sobre o incidente. A AI Actions Summary esclarece que ações de resposta já foram executadas e quais continuam pendentes.
Estas capacidades reduzem o esforço associado a três tarefas frequentes: interpretar indícios técnicos, identificar possíveis passos seguintes e reconstituir o estado da resposta. Ajudam as equipas a chegar mais rapidamente a uma avaliação fundamentada, mantendo os analistas responsáveis pela validação e pela tomada de decisões.
A distinção é importante: o ThreatSync correlaciona incidentes e apoia a resposta; o Rai Analyst explica o contexto e ajuda os profissionais a orientar o trabalho que se segue.
3. A AI Daily Summary oferece uma visão global
As equipas de segurança também precisam de respostas antes de abrirem um incidente específico. O que aconteceu durante a noite? Que incidentes exigem atenção? Que ações de resposta já foram realizadas?
A AI Daily Summary do Rai, disponibilizada através do Daily Brief, apresenta uma visão geral, em linguagem natural, dos sinais de segurança, incidentes e ações de resposta recentes. Em vez de começarem o dia a reunir informação de vários painéis de controlo, os analistas dispõem, desde o início, de uma perspetiva operacional mais clara.
A partir dessa visão geral, podem aceder aos incidentes relevantes no ThreatSync, aos resumos e recomendações gerados pelo Rai e ao estado das ações. A visibilidade diária e a compreensão de cada incidente passam a fazer parte do mesmo processo de trabalho.
O impacto no negócio: maior capacidade, melhor serviço
Estes avanços são particularmente relevantes para os prestadores de serviços geridos (MSP). Cada novo cliente traz mais dispositivos, utilizadores, dados de telemetria e potenciais incidentes. Se o trabalho de investigação crescer ao mesmo ritmo, aumenta também a pressão para contratar mais profissionais.
Ao reduzirem o esforço manual associado à correlação, à interpretação, à passagem de informação entre equipas e à elaboração de relatórios, o ThreatSync e o Rai Analyst podem ajudar as equipas existentes a gerir um volume de trabalho crescente de forma mais consistente. Os analistas podem dedicar mais atenção às ameaças complexas, à comunicação com os clientes e às decisões que exigem conhecimento especializado humano.
Para os MSP, a oportunidade é concreta: apoiar mais clientes, prestar serviços de segurança mais claros e consistentes e aumentar a escala das operações sem exigir um crescimento proporcional do número de profissionais. Trata-se de benefícios operacionais, não de uma promessa de que todos os incidentes serão tratados automaticamente.
Veja o ThreatSync e o Rai Analyst em ação
Esta demonstração apresenta incidentes correlacionados, explicações e recomendações geradas pela IA do Rai e o Daily Brief.
A informação de segurança interligada é o próximo passo
Esta evolução procura tornar a informação de segurança útil no momento em que é necessária. O ThreatSync relaciona deteções e apoia uma resposta coordenada. O Rai Analyst acrescenta explicações, recomendações, visibilidade sobre as ações e uma visão geral diária das operações.
Em conjunto, ajudam as equipas a passar de sinais fragmentados para ações fundamentadas, com menos trabalho repetitivo e maior capacidade para oferecer uma proteção mais eficaz à medida que as operações crescem.
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