Communiqué de presse
mai
20

WatchGuard revela que 91% das organizações receiam ataques impulsionados por IA, levando à adoção de modelos de segurança geridos por MSPs

Estudo global mostra que as equipas internas já não conseguem acompanhar o ritmo das ameaças, impulsionando a procura por serviços de segurança orientados para resultados

Um novo estudo da WatchGuard® Technologies, líder global em cibersegurança unificada para fornecedores de serviços geridos (MSPs), revela que, embora a maioria das empresas considere ter equipas adequadamente dimensionadas, a complexidade, velocidade e escala das ameaças modernas – especialmente as impulsionadas por inteligência artificial – ultrapassaram aquilo que as equipas internas conseguem realisticamente gerir.

O resultado é uma mudança estrutural: as empresas estão a abandonar modelos de segurança “do it yourself” em favor de soluções de proteção contínuas, asseguradas por parceiros externos.

De acordo com o estudo, realizado junto de quase 1.000 líderes de TI e cibersegurança em 20 países, 91% das organizações demonstram preocupação com ciberataques impulsionados por IA, enquanto 75% sofreram pelo menos um incidente de cibersegurança no último ano. Ao mesmo tempo, 54% afirmam não ter capacidade para garantir monitorização e resposta contínuas, 24 horas por dia, 7 dias por semana, e 67% necessitam de apoio adicional para responder às crescentes exigências de conformidade.

Em conjunto, estas pressões estão a levar as organizações a repensar a forma como a cibersegurança é prestada — e quem deve assumir essa responsabilidade.

Da função interna ao modelo de serviço externo

Apesar do investimento em equipas e ferramentas, os departamentos internos de TI estão a atingir os seus limites. O estudo mostra que os desafios da cibersegurança já não resultam da falta de conhecimento, mas sim de uma sobrecarga operacional insustentável.

Quase metade (48%) das organizações já recorre a fornecedores de serviços geridos (MSPs) para complementar as suas equipas internas, sinalizando uma mudança mais ampla: os MSPs estão a tornar-se parceiros principais de cibersegurança, em vez de um simples apoio secundário.

“Não estamos perante uma lacuna de competências, mas sim de capacidade. As organizações compreendem os riscos. O que lhes falta é a capacidade de monitorizar, detetar e responder à velocidade e escala exigidas atualmente. A cibersegurança está a ultrapassar aquilo que as equipas internas conseguem gerir sozinhas, criando uma enorme oportunidade para os MSPs se posicionarem como verdadeiros parceiros de segurança”, afirma Joe Smolarski, CEO da WatchGuard Technologies.

A IA transforma as ameaças e os critérios de compra

A inteligência artificial está a acelerar ambos os lados da equação da cibersegurança, tornando os ataques mais sofisticados e, ao mesmo tempo, aumentando a procura por defesas mais inteligentes.

O relatório conclui que 44% das organizações estão dispostas a pagar mais por soluções de deteção e resposta baseadas em IA, evidenciando uma expectativa crescente de que os fornecedores de segurança ofereçam não apenas proteção, mas também resultados mensuráveis.

Ao mesmo tempo, as organizações estão a alterar a forma como avaliam os seus parceiros de cibersegurança. Métricas tradicionais, como disponibilidade de serviço e cumprimento operacional, estão a ser substituídas por expectativas orientadas para resultados, como:

  • Diminuição do tempo de deteção e resposta a incidentes
  • Prevenção proativa de ameaças
  • Redução da complexidade operacional
  • Melhoria da resiliência global

Quase metade dos inquiridos vê agora o seu fornecedor como um consultor estratégico ou parceiro proativo, reforçando a evolução do papel dos MSPs.

Os mercados globais variam, mas a procura converge

Os modelos de adoção de cibersegurança diferem consoante a região, mas os desafios subjacentes são cada vez mais universais.

Mercados mais maduros, como os Estados Unidos e França, apresentam uma maior dependência de serviços geridos, enquanto regiões como o México continuam mais orientadas para revendedores de valor acrescentado. Já o Canadá demonstra uma maior adoção de abordagens centradas em consultoria. Apesar destas diferenças, as organizações de todas as regiões convergem nas mesmas prioridades: monitorização contínua 24/7, tempos de resposta mais rápidos, capacidades baseadas em IA e apoio em conformidade regulatória.

O investimento acelera à medida que a segurança se torna crítica para o negócio

Mesmo num contexto de incerteza económica, o investimento em cibersegurança continua a aumentar. 75% das organizações esperam aumentar os seus orçamentos de cibersegurança nos próximos dois anos, direcionando o investimento para serviços que assegurem proteção contínua e resultados claros e mensuráveis.

Esta mudança reflete uma realidade mais ampla do mercado: a cibersegurança deixou de ser um investimento pontual para passar a ser uma necessidade operacional contínua.

Uma transformação decisiva para a indústria da cibersegurança

As conclusões do estudo apontam para uma alteração profunda na forma como a cibersegurança é prestada. À medida que as ameaças se tornam mais complexas e permanentes, as organizações estão a abandonar ferramentas fragmentadas e abordagens reativas em favor de serviços de segurança integrados e contínuos.

Para os MSPs, isto representa uma oportunidade significativa de evoluir de simples fornecedores de suporte informático para parceiros completos de cibersegurança, capazes de oferecer a velocidade, inteligência e escala operacional exigidas pelas organizações modernas.

Para compreender as tendências que estão a transformar a cibersegurança e o papel crescente dos MSPs, consulte o relatório completo.

Metodologia

As conclusões baseiam-se num inquérito online independente realizado junto de 842 profissionais de TI e cibersegurança de organizações com 2 a 2.499 colaboradores. O estudo foi conduzido em abril de 2026 em 20 países, incluindo Estados Unidos, Canadá, México, Alemanha, Reino Unido, França, Austrália, Colômbia e Argentina, sendo os resultados ponderados de forma a refletir a distribuição económica global.

A propos de WatchGuard Technologies, Inc.

WatchGuard Technologies est un leader mondial de la cybersécurité unifiée, conçue spécifiquement pour accompagner les fournisseurs de services managés (MSP) avec une protection intégrée et évolutive. Depuis plus de 30 ans, WatchGuard définit la manière dont les MSP délivrent la sécurité à grande échelle, en innovant en continu pour garder une longueur d’avance face à chaque évolution majeure du paysage des menaces. 

Propulsée par l’IA, la plateforme Unified Security Platform® de WatchGuard fournit une protection réseau, endpoint et identité alignée sur les principes du Zero Trust au sein d’une plateforme unique et intégrée. Elle permet aux MSP de réduire la complexité opérationnelle, d’améliorer les résultats en matière de sécurité et d’accélérer leur croissance de manière plus efficace. 

Plébiscitée par plus de 25 000 MSP protégeant plus de 1,5 million de clients dans le monde, WatchGuard Technologies permet à ses partenaires de délivrer des résultats de sécurité solides et mesurables pour des organisations à l’échelle internationale. 

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